7 de dezembro de 2021

“UM JURAMENTO É UM JURAMENTO E EU FIZ VÁRIOS” – ASSASSIN’S CREED : JURAMENTO DO DESERTO

FICHA TÉCNICA:

Titulo: Assassin’s Creed Origins – Juramento do Deserto
Título Original: Assassin’s Creed Origins – Juramento do Deserto
Autor: Oliver Bowden ( Pseudônimo de Anton Gill, Historiador e escritor francês)
Gênero: Fantasia / Ficção Histórica
Editora: Galera Record
Coleção/Arco: Assassin’s Creed
Publicação: Original 2017
Número de Páginas: 294 páginas

RESENHA (SEM SPOILERS):

Assassin’s Creed, Juramento do Deserto é uma prequel de Assassin’s creed Origins.
Ambientado no Egito, em 70 A.C.,
conta a estória de Bayek de Siuá, filho de Sabu, o protetor da cidade.
A ordem dos Medjay é responsável por proteger os pontos de interesse do faraó,
como templos, palácios, tumbas e fronteiras.
Sua antagonista, a ordem dos Anciões convoca um matador
para por fim a toda a linhagem dos Medjay.

O livro mostra o início da transição dos Medjay para a futura ordem dos assassinos,
embora ainda não totalmente compatível em seus princípios,
e uma Ordem dos Anciãos que já possui uma forma de agir e pensar
bem compatível com a ordem dos templários.
O livro trás a tona o que levou a guerra entre templários e assassinos.

O livro possui três narradores diferentes.
Sabu, o pai de Bayak, que nos dá uma ideia do que é ser um Medjay e sua importância,
Aya, a futura esposa de Bayak, que faz um contraponto entre a ideologia e as crenças dos Medjay
e os Anciões, seus opositores, e o próprio Bayek, que dá o fio dos acontecimentos chave.

Resenha escrita ao som de Pink Floyd – Goodbye Blue Sky

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