3 de dezembro de 2021

“ESTA É A HISTÓRIA DE UM TRIÂNGULO AMOROSO” – CHRISTINE

FICHA TÉCNICA:

Titulo: Christine
Título Original: Christine
Autor: Stephen King
Gênero: Horror / Suspense
Editora: Suma (Atual)
Coleção/Arco: Obra individual
Publicação: Original 1983
Versão de comemoração de 30 anos em 2013
Número de Páginas: 616 páginas

RESENHA (SEM SPOILERS):

Christine é um romance de horror escrito por Stephen King.
Conta a história de um carro, um Plymouth Fury 1958 chamado Christine,
que possuía vida própria.

A história começa quando o adolescente nerd Arnold “Arnie” Cunningham
compra um Plymouth Fury 1958 vermelho e branco praticamente caindo aos pedaços,
mas misteriosamente fica fascinado pelo carro.
O carro apelidado de Christine pelo antigo dono,
um homem grosseiro e mal encarado,
possui algo de maligno e uma história macabra.
Ele e Arnie estabelecem uma simbiose,
onde Arnie, um adolescente introvertido e completamente desajustado,
exageradamente magro e com o rosto repleto de espinhas
assume uma personalidade diferente, mais agressiva e assustadora.
Da mesma forma o carro também vai se tornando reparando,
enquanto a saúde de Arnie piora a cada arranhão consertado,
peças se tornam novas sem nunca terem sido compradas.

A história se passa no período de um ano,
entre o verão de 1978 e a primavera de 1979 e é dividida em três partes,
sendo a primeira e a terceira narradas por Dennis Guilder, o único amigo de Arnie.
A segunda parte é escrita em terceira pessoa,
pois Dennis está no hospital se recuperando de um acidente em um jogo de futebol americano.
Nesta parte as investidas sobrenaturais do carro ficam mais claras.
Christine vai aos poucos eliminando todos que se colocam entre ela e Arnie.
Cada pessoa que ameaçar o seu domínio se torna um alvo.

NOTAS E CURIOSIDADES:

  • Em 2013, a PS Publishing lançou uma edição especial pelo aniversário de 30 anos da obra.
  • No filme IT – Parte 2, Henry Bowers, o psicopata do livro, pega uma carona em Christine,
    conduzida pelo cadáver de um amigo “…um plymouth Fury 1958. era vermelho e branco…”
    O roteirista mudou o carro para um modelo azul e ignorou as referências,
    não sei se de propósito ou por ignorar as demais obras do Autor.

Resenha escrita ao som de – Highway Star – Deep Purple

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