1 de dezembro de 2021

“AQUELE QUE SALVA UMA PESSOA, SALVA O MUNDO INTEIRO.” – A LISTA DE SCHINDLER

FICHA TÉCNICA:

Nome Original: Schindler’s List
Nome do Brasil: A Lista de Schindler
Gênero: Guerra / Drama
Ano: 1993
Duração: 3h 17min
Direção: Steve Spielberg
Roteiro: Steve Zaillian
Elenco Principal: Liam Neeson / Ben Kingsley / Ralph Fiennes
Caroline Goodall / Jonathan Sagall /Embeth Davidtz
País de produção: Estados Unidos

RESENHA (SEM SPOILERS):

Durante a Segunda Guerra Mundial,
o empresário alemão Oskar Schindler vê na mão de obra judia
uma solução barata e viável para lucrar com seus negócios.
Membro do Partido Nazista, ele contradiz o pensamento vigente à ideologia que faz parte,
protagonizando assim uma das mais bonitas histórias que a humanidade já conheceu.
Com excelente direção de Steve Spielberg e atuações memoráveis de Liam Neeson e Ralph Fiennes,
A Lista de Schindler é um material obrigatório
para aqueles que se interessam por cinema e história do Holocausto.
Imperdível!!!

Texto realizado ao som de John Williams – Schindler’s List

NOTAS E CURIOSIDADES:

O filme é vencedor do Oscar (1994) nas categorias de Melhor Filme,
Melhor Direção, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original,
Melhor Montagem, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte;

O longa metragem foi baseado no romance biográfico “Schindler’s Ark”,
depois relançado com o mesmo nome do filme, escrito pelo australiano Thomas Kenneally;

Foram cotados para direção do filme os diretores Martin Scorcese e Roman Polanski;

A atuação de Ralph Fiennes como o comandante do campo de concentração
Plaszow Amon Goeth, lhe rendeu além de indicação para melhor ator coadjuvante,
a nomeação de 15° maior vilão do cinema pelo Instituto Americano de Cinema;

Em 2001, Spielberg entregou A Lista de Schindler como trabalho da faculdade de cinema
que largara em 1965. Segundo o diretor, ele quis concluir o curso
como forma de agradecimento aos seus pais pela oportunidade de ter educação e uma carreira;

Para o diretor Spielberg, cor é o símbolo da vida
e por isso decidiu que um filme sobre o Holocausto tinha que ser em preto e branco.

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